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Capítulo VI:

Perseguições aos bahá'ís além das
ocorridas na área educacional.

D

esde o estabelecimento da República Islâmica de Irã em 1979, o governo de Irã empreendeu uma campanha sistemática de perseguição e opressão conta a comunidade bahá'í no Irã. Suas ações se estenderam muito além das ocorridas na área educacional.

Depois da Revolução Islâmica, o governo Iraniano buscou destruir o sistema de liderança bahá´í. Em agosto de 1980, Todos os 9 membros da Assembléia Espiritual Nacional do Bahá'ís do Irã, mostrada aqui, “desapareceram.” Presumivelmente, foram todos mortos. Imagem em alta resolução >

Esta campanha, unicamente com base em preconceito religioso, não pode ser vista senão como uma tentativa para erradicar a comunidade bahá´í de vida iraniana, começou com uma série de medidas que diretamente ameaçaram as vidas, a liberdade, e os meios de sustento econômico da comunidade bahá´í no Irã.

Entre 1979 e 1998, foram mortos ou executados mais de 200 bahá'ís, centenas foram presos sem justificativa, milhares demitidos de seus empregos no governo, outros tiveram seus negócios paralisados, e os aposentados perderam suas aposentadorias.

Entre 1979 e 1998, foram mortos ou executados mais de 200 bahá'ís, centenas foram presos sem justificativa, milhares demitidos de seus empregos no governo, outros tiveram seus negócios paralisados, os aposentados perderam suas aposentadorias. Lugares sagrados foram destruídos, cemitérios arrasados, e a liberdade de reunião, a escolha de seus líderes e as práticas devocionais de sua religião abrogadas.

Até mesmo antes do Aiatolá Khomeini ter voltado do exílio para assumir o poder em fevereiro daquele ano, um aumento nos ataques aos bahá'ís pressagiou a perseguição em massa que viria. Em 1978, pelo menos sete bahá'ís foram mortos, a maioria como resultado de violência de turbas.

Quando a nova Constituição da República foi divulgada em abril de 1979, alguns direitos das minorias cristã, judaica e zoroastriana no Irã foram especificamente mencionados e garantida-lhes proteção. Porém, nenhuma menção foi feita aos direitos da comunidade bahá'í, que era maior minoria religiosa no Irã.

No conceito do governo islâmico do Irã, esta exclusão tinha o significado de que os bahá'ís não desfrutavam nenhum tipo de direito, e que eles podiam ser atacados e perseguidos impunimente. Tribunais da República negaram aos bahá'ís o direito de defesa ou proteção contra agressões, matanças ou outras formas de perseguição — e decidiram que os cidadãos iranianos que matam ou prejudicam os bahá'ís não são responsáveis pelos danos causados porque as vítimas são “infiéis desprotegidos.”

Sem poder fazer qualquer reivindicação por direitos civis, a comunidade bahá'í viu que sua posição na sociedade iraniana caminhava para um estado de segregação e menosprezo. Em março de 1979, a Casa do Báb, o Santuário bahá'í mais sagrado no Irã, foi invadida pelo governo e entregue a um clérigo muçulmano conhecido por suas atividades anti-bahá´ís. . Em setembro, a Casa foi completamente destruída por uma turba instigada por mulás e por funcionários do Departamento de Assuntos Religiosos.

Um novembro de 1979, um édito do Ministério de Educação não só determinou a demissão de todos os professores bahá'ís, como também que deveriam reembolsar aos seus empregadores todos os salários até então recebidos.

Pelo menos sete bahá'ís foram mortos em 1979, dois deles executados pelo governo e um enforcado na prisão. Outros foram surrados até a morte ou assassinados em incidentes locais.

Em 1980, pelo menos 24 bahá'ís foram mortos no Irã; 20 foram executados pelo governo e os restantes apedrejados, assassinados ou queimados até a morte. Em 1981, 48 bahá'ís foram executados.

Um aspecto significativo, foi ter o governo se voltado particularmente contra os membros das instituições administrativas bahá´ís, membros dos conselhos eleitos a nível local e nacional, numa campanha de extermínio durante aquele período. Quase a metade dos 200 bahá'ís executados no Irã desde que 1979 eram membros dos conselhos administrativos locais e nacional da comunidade bahá'í, instituições conhecidas como Assembléias Espirituais.

As execuções continuaram rapidamente nos anos de 1982, 1983 e 1984. Pelo menos 32 bahá'ís foram executados ou mortos em 1982, 29 em 1983 e 30 em 1984. E, novamente, os alvos dessas execuções foram, em sua maioria, os membros dos conselhos administrativos bahá´ís. Quatro membros da Assembléia Espiritual Nacional, que haviam sido recém eleitos, para restabelecerem, corajosamente, a instituição que anteriormente havia sido inteiramente dizimada, foram presos e executados em 1984, embora já nessa época o governo havia desmantelado todas as instituições administrativas no país, e as pessoas, individualmente, nenhum cargo oficial ocupavam na comunidade bahá´í.

Uma das mais dramáticas e chocantes execuções ocorreu em junho de 1983, quando dez mulheres bahá'ís iranianas, incluindo duas adolescentes, foram enforcadas. A acusação contra elas foi serem professoras de aulas dominicais a crianças. [Veja “Enforcadas por ensinarem em escola dominical”]

As mulheres sofreram pressões e castigos físicos e mentais para coagi-las a renegarem sua Fé — uma opção que era normalmente dada aos prisioneiros bahá´ís em troca da liberdade, mas que seria depois publicamente utilizada visando desmoralizar a Fé que professavam. Apesar de todos os sofrimentos e ameaças de morte, nenhuma das presas negou sua firme convicção religiosa, procedimento que outros prisioneiros bahá´ís também mantinham com total firmeza e destemor.

Aprisionamento e torturas
Uma mulher de Kata, assassinada por uma turba em 1979, vista aqui com duas irmãs mais jovens. Imagem em alta resolução >

Desde 1979 quase 1000 bahá'ís foram detidos e feitos prisioneiros. Em um certo período, em 1986, cerca de 747 bahá'ís estavam presos em várias regiões do Irã. Na maioria dos casos, não passaram por nenhum julgamento prévio.

A tortura de bahá'ís em prisões iranianas —e particularmente daqueles que foram membros dos conselhos administrativos bahá´ís — era algo rotineiro e sistemático. Novamente, de acordo com sobreviventes bahá'ís, o propósito das torturas era quase que invariavelmente fazer o prisioneiro bahá´í renegar sua Fé. ou confessar alguma atividade de traição ao país.

A tortura de bahá'ís em prisões iranianas —e particularmente daqueles que foram membros dos conselhos administrativos bahá´ís — era algo rotineiro e sistemático. Novamente, de acordo com sobreviventes bahá'ís, o propósito das torturas era quase que invariavelmente fazer o prisioneiro bahá´í renegar sua Fé. ou confessar alguma atividade de traição ao país.

As torturas incluíam o castigo do bastinado, (chicotear as solas dos pés), os açoites, arrancar unhas e dentes, e a privação de comida e água durante vários dias.

Também aplicavam tortura psicológica, incluindo falsas execuções e forçando o prisioneiro a testemunhar a tortura de companheiros, familiares e amigos.

Nesse sentido, uma mulher bahá'í anciã, que era membro de um conselho bahá'í local, foi torturada em frente a uma dúzia de outros bahá'ís em um esforço para persuadi-los a renegarem sua Fé. O carcereiro da mulher puxou-a pelos cabelos batendo várias vezes a cabeça dela contra a parede. Sofreu tantos ferimentos na cabeça, até seu corpo cobrir-se de sangue. Depois de dois anos de prisão, ela foi libertada sem qualquer justificativa, sem poder reclamar contra os abusos sofridos na prisão.

Pelo menos 13 bahá'ís que morreram nas prisões foram torturados até a morte. Nestes casos, os corpos eram enterrados pelas autoridades sem conhecimento dos familiares.

Intimidação social e econômica

Além de matanças e prisões, as autoridades lançaram também uma campanha de intimidação econômica, social e cultural contra a comunidade bahá´í no Irã. O objetivo era evidente, privar os bahá'ís dos direitos à educação, ao trabalho e à casa própria, — com a intenção de forçá-los a renegarem sua Fé.

Em 1979, o governo começou despedindo todos os funcionários públicos bahá'ís, sem qualquer direito de indenização. Em julho de 1982, todos os funcionários públicos bahá´ís já haviam sido despedidos, e os aposentados tiveram suas aposentadorias canceladas.

Em fins de 1984, o Procurador Geral começou a divulgar avisos pelas emissoras de rádio exigindo que todos esses funcionários públicos bahá´ís, que haviam sido despedidos de seus empregos, reembolsassem os salários recebidos durante o tempo em que trabalharam para o governo. Foram ameaçados com prisão se não concordassem. Obviamente, reembolsar todos os salários recebidos estava além dos recursos financeiros da maioria das vítimas. Muitos foram presos como resultado da impossibilidade de atender a essa absurda demanda.

O governo também buscou sistematicamente prejudicar os bahá'ís no setor privado, para levá-los à ruína econômica. No início dos anos de 1980, foram canceladas as licenças de funcionamento de estabelecimentos de comerciantes bahá´ís, foram confiscados os bens ativos dos comerciantes e congeladas as contas bancárias da maioria dos bahá´ís atuando na indústria e no comércio. Além disso, as autoridades intimidaram os empregadores privados, forçando-os a despedirem seus empregados bahá'ís.

Quase todas as notificações de demissão, dos empregados públicos ou de empresas privadas, declaravam que a razão para a demissão era o fato do empregado ser bahá´í declarado, mas que o trabalho da pessoa demitida seria restabelecido se ele ou ela retratassem a fé que professavam.

Dois casos recentes em tribunal, por exemplo, demonstram os esforços das autoridades para impedir os bahá'ís de terem atividades empresariais privadas.

Em setembro de 2003, o Escritório 13 do Tribunal de Justiça Administrativa rejeitou um apelo feito por um comerciante bahá'í contra uma proibição que lhe exigia que cessasse as operações empresariais que mantinha. O tribunal também rejeitou a petição de obtenção de um alvará de funcionamento. O tribunal decidiu que a petição dele era “desqualificada e irrelevante, e que estava fora da área de assuntos dos regulamentos aplicáveis”, citando a informação que “o demandante estava associado com a pervertida seita bahá'í.”

Em 2003, em um segundo caso semelhante, quando foi emitida uma proibição administrativa para impedir o funcionamento de uma companhia de propriedade bahá´í em Isfahan A companhia pertencia e era dirigida por um engenheiro bahá'í e empregava uns 120 funcionários — a maioria bahá'ís — fabricando cabos elétricos e de comunicação. Na proibição, o Diretor-geral do Escritório Central de Proteção, que responde ao Ministério Iraniano de Correios, Telégrafo e Telefone, informou à companhia sobre a existência de um memorando oficial emitido em abril de 2003. O documento terminava dizendo que “a ligação entre a… companhia… e a pervertida seita bahá´í é reconhecida como verdadeira; e que por isso era aconselhável que adotasse medidas para evitar qualquer colaboração com a supracitada companhia.”

Além de privar os bahá'ís de sustento próprio, o governo no início dos anos de 1980 iniciou ações para privar os bahá'ís prisioneiros de muitas de suas posses, incluindo as casas onde residiam. No decorrer dos anos, centenas de propriedades bahá'ís foram confiscadas, uma prática que continua até os nossos dias.

Em outubro de 2004, por exemplo, as casas de seis famílias bahá'ís na aldeia de Kata (na região de Buyir-Ahmad no Irã) foram confiscadas por ordem do promotor da cidade de Shiraz, com a ajuda da polícia local.

Em virtualmente todos os casos, os julgamentos dos tribunais e os documentos emitidos oficialmente comprovam que as propriedades foram confiscadas porque seus proprietários eram bahá'ís.

Destruição de Lugares Sagrados

Na destruição de lugares sagrados bahá´ís, o governo iraniano também demonstrou até que ponto chegou para sufocar a comunidade bahá'í e apagar sua cultura da memória moderna — embora que para tal finalidade tivesse de destruir monumentos e edifícios de importância histórica para a sociedade como um todo.

Na destruição de lugares sagrados bahá´ís, o governo iraniano também demonstrou até que ponto chegou para sufocar a comunidade bahá'í e apagar sua cultura da memória moderna — embora que para tal finalidade tivesse de destruir monumentos e edifícios de importância histórica para a sociedade como um todo.

Em junho de 2004, as autoridades demoliram uma casa histórica em Teerã que tinha sido projetada e que servira de residência de Mirzá Abbas Nuri, o pai de Bahá´u´lláh. A casa não só tinha uma significação especial para os bahá'ís, mas também era considerada um modelo incomparável de arquitetura da época em que foi construída, de grande valor histórico para a cultura iraniana.

Mirzá Abbas Nuri foi amplamente considerado como um dos maiores calígrafos do Irã e um estadista exemplar. Em julho de 2004, o jornal iraniano Hamshahri publicou um longo artigo sobre a sua vida e a arquitetura de sua casa.

“Como ele tinha um gosto refinado pelas as artes e pela beleza, projetou sua própria residência em um estilo muito apurado, cuja casa ficou conhecida como uma das mais bonitas daquele período,” escreveu Iman Mihdizadih no Hamshahri, no dia 13 de julho de 2004. “O trabalho com gesso e os azulejos feito nos quartos, como também a varanda em verde, o pátio com sua piscina central, as árvores plantadas e os canteiros de flores, tudo isso criou uma linda e tranqüila atmosfera naquela casa.”

Em junho de 2004, a casa do pai de Bahá´u´lláh, Mirzá Abbas Nuri, foi igualmente destruída, apesar de ser um modelo valioso e histórico da arquitetura islâmica-iraniana.
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A destruição da casa de Mirzá Abbas Nuri ocorreu logo depois da destruição de outra significativa propriedade bahá'í, em abril de 2004, o Sepulcro de Quddus, uma figura histórica da Fé Bahá'í. Tal ação começou em fevereiro, interrompida temporariamente em face dos protesto de residentes locais, e outros, tanto a nível nacional como internacional.

Em abril de 2004, em Babol, o sepulcro de Quddus, uma figura histórica da Fé Bahá'í, foi destruído.
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O Sepulcro tinha a estrutura de uma casa, e fora construído para abrigar os restos mortais de Mullá Muhammad-Ali Barfurushi, conhecido como Quddus (o mais Santo). Quddus foi o principal discípulo do Báb, o Profeta-arauto da Fé Bahá'í.

A destruição desses dois importantes lugares sagrados bahá´ís em 2004 não foi a primeira ao longo da história da Fé Bahá´í no Irá. Ato semelhante ocorreu com a Casa do Báb, em Shiraz, o santuário bahá'í mais sagrado no Irã, que foi demolida logo após a revolução islâmica. A Casa de Bahá´u´lláh em Takur, onde o Fundador da Fé Bahá'í passou Sua infância, também foi demolida logo após a revolução islâmica e o local oferecido à venda ao público.

No decorrer dos anos, em Teerã e em outras cidades em todo o país, propriedades bahá´ís foram pilhadas e incendidas, cemitérios bahá'ís invadidos e sepulturas de bahá'ís destruídas. Na área de Teerã, os bahá'ís foram forçados a enterrar seus mortos em uma área estéril de terra reservada pelas autoridades para “os infiéis.” Ter seus próprios cemitérios é algo especialmente importante para os bahá'ís porque, como era de se esperar, não tinham permissão para enterrar seus mortos em cemitérios muçulmanos.

No decorrer dos anos, em Teerã e em outras cidades em todo o país, propriedades bahá´ís foram pilhadas e incendidas, cemitérios bahá'ís invadidos e sepulturas de bahá'ís destruídas. Na área de Teerã, os bahá'ís foram forçados a enterrar seus mortos em uma área estéril de terra reservada pelas autoridades para “os infiéis.” Ter seus próprios cemitérios é algo especialmente importante para os bahá'ís porque, como era de se esperar, não tinham permissão para enterrar seus mortos em cemitérios muçulmanos.

Prisões arbitrárias e Vexações

Além de tais esforços específicos objetivando uma erosão cultural na comunidade bahá´í, o governo tem continuado, nestes últimos anos, sua política de impedir a comunidade bahá'í através de várias medidas, de se manter viva no que tange à sua existência como uma comunidade religiosa. Continuam inalteradas as prisões arbitrárias, as detenções de curto prazo, persistentes atos vexatórios, e outras formas de intimidação e discriminação. É um fato inegável que a recente onda de detenções e aprisionamentos arbitrários justifica as preocupações no mundo bahá´í de que o governo pode estar preparando uma nova arrancada criminosa de perseguições generalizadas aos bahá´ís no Irã.

Em março, abril e maio de 2005, cerca de 35 bahá'ís em cidades e vilas em diferentes regiões do país foram detidos e mantidos prisioneiros durante períodos curtos, variando de uma semana a quase três meses. Um deles ainda permanece preso. Os detidos incluíam não apenas membros proeminentes da comunidade de Teerã, mas também seis bahá'ís de Shiraz, nove da cidade de Semnan, e nove fazendeiros bahá´ís da aldeia de Kata, cujos terrenos e casas haviam sido confiscados.

Além de tais esforços específicos objetivando uma erosão cultural na comunidade bahá´í, o governo tem continuado, nestes últimos anos, sua política de impedir a comunidade bahá'í através de várias medidas, de se manter viva no que tange à sua existência como uma comunidade religiosa.

A maioria das vítimas foi arbitrariamente detida sem qualquer acusação formal da justiça. Alguns dos prisioneiros foram mantidos incomunicáveis em locais desconhecidos, enquanto suas famílias os procuravam desesperadamente. A maioria só foi libertada depois de ter depositado significativas somas de dinheiro, ou deixadas em garantia suas propriedades, ou dado alvarás de funcionamento como fiança.

Além disso, os agentes de governo fizeram prolongadas buscas em muitas das casas dos prisioneiros, confiscando documentos, livros, computadores, copiadoras, e outros pertences.

Também recentemente na cidade de Yazd, um antigo centro de atividades anti-bahá'ís, parece que o delegado de polícia orquestrou umas série de incidentes contra os bahá'ís. É o que se deduz de suas ações em 2004 e no início de 2005, quando vários bahá'ís foram detidos, presos e interrogados; vários agredidos em suas próprias residências; pelo menos uma casa comercial de um bahá´í foi incendiada, e o cemitério bahá´í profanado.

Tais incidentes dificilmente ocorrem isolados. Em 2003, por exemplo, 23 Bahá'ís em 18 diferentes localidades no Irã sofreram detenção e prisão arbitrárias durante períodos curtos de tempo. Em todos os casos, as autoridades Iranianas convocaram essas pessoas a depor pelo fato de serem bahá'ís conhecidos, fazendo-lhes várias perguntas sobre sua Fé, e então os libertavam.

Em 2002, 17 jovens bahá'ís que participavam de um acampamento em uma área rural, foram detidos e presos para indagações. Relatórios sobre este incidente na imprensa iraniana deram uma conotação negativa ao ocorrido, referindo-se aos jovens bahá'ís de uma forma derrogatória e vulgar.

 

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